O corpo incorrupto do Padre Pio

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Milhares de pessoas peregrinaram à San Giovanni Rotondo, sul da Itália, para assistir à cerimônia que antecedeu a exibição dos restos mortais do Padre Pio, um dos santos mais venerados do país, canonizado em 2002 por João Paulo II. A iniciativa assinala o 40º aniversário da morte do Santo.

Na Celebração Eucarística presidida pelo Cardeal José Saraiva Martins, os presentes foram convidados a “adorar em silêncio o mistério deste Santo”.

O corpo, sepultado em setembro de 1968, quatro dias depois da sua morte, foi exumado em março passado, no santuário de San Giovanni Rotondo, por uma comissão médica, em bom estado de conservação, sem sinal dos famosos estigmas, que apareceram em 1911 e desapareceram pouco antes da sua morte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dom José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, disse que hoje se inaugurou “um período particularmente intenso de peregrinação”, colocando em evidência o significado da morte e das relíquias. “Somos convidados a compreender que aquilo que se vê não é toda a existência”, indicou.

De momento, desde o Vaticano, não há sinais de que Bento XVI possa fazer uma visita ao local. O corpo do Padre Pio permanecerá em exposição até setembro do próximo ano, na cripta do Santuário da Senhora das Graças, com o rosto coberto por uma máscara de silicone.

Espera-se a passagem de quase 750 mil peregrinos de todo o mundo durante este período de veneração das relíquias do Santo de Pietrelcina.
Assim que os restos mortais dele foram exumados, entre os dias 2 e 3 de março, as autoridades e os peritos mostraram-se otimistas. “Ele tem ainda barba e sobrancelha. O queixo, joelhos e as unhas estão perfeitos”, comentaram, admirados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O corpo, sepultado em setembro de 1968, quatro dias depois da sua morte, foi exumado em março passado, no santuário de San Giovanni Rotondo, por uma comissão médica, em bom estado de conservação, sem sinal dos famosos estigmas, que apareceram em 1911 e desapareceram pouco antes da sua morte.

O porta-voz dos capuchinhos, Frei Antonio Belpiede, informou que a equipe médica, que trabalhou na exumação do corpo do religioso revelou: “O corpo está bem conservado apesar dos 40 anos de sua morte. Os ossos estão bem ligados, ainda existem tecidos em volta deles; porém, não existe nada de extraordinário ou miraculoso“. Alguns esperavam milagres, mas não existem. Existe um corpo marcado pelo tempo.

Nesses últimos meses, o convento dos frades capuchinhos, ordem religiosa a qual o santo pertencia, já recebeu 700 mil pedidos de reserva de fiéis para evitar as grandes filas para a visitação. A exposição vai até setembro de 2009 e, de acordo com as previsões dos frades, cerca de 7 mil pessoas devem visitar o corpo por dia, 600 por hora.

A única coisa realmente extraordinária, relatou-me o Cardeal Saraiva Martins, é que quando se abre o caixão, normalmente, se sente um mau cheiro, e o cardeal perguntou a um dos membros
da comissão médica, Dr. Nazareno Gabrieli, como se explica esta falta de mau cheiro, e este respondeu: “Excelência, deve explicar o senhor, porque não estamos à altura”.

 

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